* por Estefan Fernandes
foto: Divulgação
A Editora Coquetel bate o recorde na Bienal com o maior palavra cruzada direta do mundo, com 3,45m de largura e 1.30m de altura e mais de 3 mil perguntas num painel onde o publico, através de canetas doadas pela editora, preenche as lacunas, que por incrível que pareça e completada todos os dias, com muitos erros de português e com respostas não encaixando com a perguntas. José Alves, que visitava o espaço, se queixava de como algumas pessoas responderam às perguntas:
“ A brincadeira era para ser uma diversão, realmente um grande passatempo mas infelizmente algumas pessoas tem que estragar a brincadeira, reclamou indignado pelo, vandalismo de pessoas que picharam o painel.
Além da palavra cruzada a editora levou também um painel gigantesco de caça palavras cujo tema era França- Brasil, onde dezenas de pessoas ficavam paradas com os olhos atentos na busca de uma palavra envolvendo os paises. Para Mariana Oliveira expositora do estande, a brincadeira valeu a pena:
“Gostamos muito de como foi recebido pelo público, nosso estande não ficou vazio em nenhum minuto e todo o instante tínhamos que apagar os painéis, pois já estavam completos, apesar do vandalismo, não houve nenhuma confusão, apagamos quando víamos quem não se encaixava com a pergunta”.
* Aluno da disciplina Cobertura Jornalística
de Grandes Eventos- campus – Tijuca.

Um comentário:
Muitos vão a Bienal sem entender a dimensão que esse evento tem e o que ele realmente quer alcançar.
O estímulo a leitura é enorme, porém deveria começar na escola e não tê-lo a cada 2 anos.
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