* por Rafael Godinho
Fotos: Rafael Godinho
É grande o movimento de pessoas na noite desta sexta-feira, no Riocentro, onde está sendo realizada a XIV Bienal do Livro do Rio.
A começar pelo Livro em cena às 18h 30m, que teve trechos de Oswald de Andrade - Os Condenados, Serafim Ponte Grande, o Homem e o Cavalo , com a participação da talentosíssima atriz Renata Sorrah, que me disse ter adorado o evento literário.
Logo após às 19h 30m, no Mulher em Ponto, aconteceu um debate com o tema “De Olho na Nova Família” - da mulher do pai ao filho do marido, as mudanças na família viram tema de livro . O debate contou com a Fernanda Carlos Borges e Cecília Troiano - Mediadora: Leda Nagle.
As três estavam empolgadas com o tema, e acabaram passando do tempo limite para debater.
Após o debate falei com as três, a Cecília Troiano me disse a relevante frase “A mulher do pai está na família, mas ela não pertence, pois diferente da madrasta que entra no papel de mãe quando ela morre, a mulher do pai não, ela é uma intrusa para criança, causando divergências”.
Fernanda Carlos Borges me falou sobre as mudanças na família, onde 50% delas não são mais famílias nucleares.
Leda Nagle foi mais enfática e me disse “Primeiro nós temos que aprender a nos separar, a culpa não é das crianças”.
No final da noite às 20h 30m, aconteceu no Livro em cena trechos - Jorge Amado: A Morte de Quincas Berro Dágua, Gabriela, Carvo e Canela, com leituras do ator Paulo José e Lázaro Ramos.
Quem estava presente na platéia prestigiando os colegas de trabalho era a simpática atriz Mariana Ximenes, que falou ter ficado apaixonada pelo projeto dos dois e que apóia toda iniciativa que seja para levar cultura para o povo.
Após a leitura, Lázaro Ramos falou sobre a segunda temporada de “Ó pai Ó”, que volta em breve para TV Globo. O ator também me contou que achou o evento muito bem organizado, que é importante compartilhar a sensação e prazer da leitura, e que se tiver tempo ele ainda voltará para andar pelos pavilhões e comprar livros.
Bom resultado da noite, para quem teve um dia corrido como eu, que consegui ir para Bienal apenas às 17h 30m, e achava que o dia já estava perdido, até que rendeu bastante, pois consegui fazer apenas no período da noite tudo que eu tinha para fazer em um dia inteiro de evento.
· Aluno da disciplina Cobertura Jornalística de
Grandes Eventos, campus – Niterói.
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